Seis passos para uma viagem de carro mais segura!

Esse ano está repleto de feriados prolongados, ideais para aquela viagem rápida de carro para o interior ou litoral. Mas a diversão pode virar uma roubada se você não prestar atenção a alguns detalhes e tiver problemas na estrada.

Para evitar situações de risco, queremos apresentar 6 passos simples, que funcionam como uma espécie de checklist, na hora de pegar a estrada.

  1. Planeje: planeje a viagem, revezamento de motoristas e as paradas, para que todos tenham períodos de descanso. Prefira viajar de dia, quando as condições de visibilidade são menores;
  1. No volante: mantenha sempre a calma e evite conversas e distrações, não descuide da sinalização, não pare na pista e não trafegue no acostamento. Ultrapasse somente em locais permitidos e quando tiver certeza das condições de segurança;
  1. Em caso de sono: aos primeiros sinais de cansaço pare em lugar seguro para relaxar;
  1. Álcool e direção: jamais pegue a estrada após beber. A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades, diminui a coordenação motora e os reflexos e representa sérios riscos ao motorista e a todos os passageiros do carro;
  1. Cinto: O cinto de segurança é um importante fator na prevenção de mortes nas estradas e deve ser utilizado inclusive no banco de trás. Crianças devem sempre viajar na cadeirinha adequada.
  1. Celular: o uso do celular ao dirigir reduz a atenção do motorista e contribui para aumentar o risco de colisão. Uma pesquisa da DEKRA na Europa mostrou que 5 segundos de desatenção, equivalem a 200 metros dirigidos às cegas. Não corra esse risco!

Oito acidentes domésticos mais comuns e como agir quando eles acontecem

Saber o que fazer diante dos acidentes domésticos mais comuns pode não só diminuir a gravidade deles, mas também salvar uma vida.

 

Os acidentes mais comuns no ambiente doméstico são queimaduras, sangramentos do nariz, intoxicação, cortes, choque elétrico, quedas, asfixia e mordidas. Por isso, veja como agir diante de cada tipo de acidente e o que fazer para evitá-los:

 

1 – Queimaduras

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Queimaduras podem ser causadas devido à exposição prolongada ao sol ou a fontes de calor, como fogo ou água fervente, por exemplo. Em caso de queimadura, colocar a região afetada debaixo de água fria por 15 minutos; evitar esfregar qualquer tipo de produto, como manteiga ou óleo; jamais fure as bolhas que podem surgir na pele queimada;

2 – Sangramento pelo nariz

O sangramento pelo nariz normalmente não é uma situação grave, podendo ser causado quando se assoa o nariz com muita força, quando se cutuca o nariz ou quando se sofre uma pancada, por exemplo. Para parar o sangramento, sente a cabeça e incline a cabeça para a frente; aperte as narinas com o polegar e indicador durante pelo menos 10 minutos; após parar o sangramento, limpar o nariz e a boca, sem fazer pressão, utilizando uma compressa ou pano molhado com água morna;

Não assoe o nariz durante pelo menos quatro horas após o sangramento.

 

3 – Intoxicação ou envenenamento

A intoxicação é mais frequente em crianças devido à ingestão acidental de medicamentos ou produtos de limpeza que estão ao seu alcance. Nestes casos, o que se deve fazer imediatamente é:chamar ajuda médica, ligando o 192; identificar a fonte do envenenamento; manter a vítima calma até a chegada da ajuda médica.

 

 4  – Cortes

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Os cortes podem ser provocados por objetos cortantes, como faca ou tesoura, assim como objetos perfurantes, como pregos ou agulhas, por exemplo. Os primeiros socorros incluem:

  1. Fazer pressão sobre o local com um pano limpo;
  2. Lavar a região com soro fisiológico ou com água e sabão, após estancar a hemorragia;
  3. Cobrir o ferimento com um curativo esterilizado;
  4. Evitar retirar objetos que estejam perfurando a pele;
  5. Ligar para o 192 ou ir ao pronto-socorro se existirem objetos perfurando a pele.

5 – Choque elétrico

Os choques elétricos são mais frequentes em crianças devido à falta de proteção nas tomadas da parede de casa, no entanto, também podem acontecer ao utilizar um aparelho doméstico em mau estado, por exemplo. O que se deve fazer nestes casos é: Desligar o quadro geral de energia; afastar a vítima da fonte elétrica utilizando objetos de madeira, plástico ou borracha; deitar a vítima para evitar quedas e fraturas após o choque elétrico; chamar uma ambulância, ligando para o 192.

6 – Quedas

As quedas, geralmente, acontecem quando se tropeça ou escorrega em tapetes ou no chão molhado. No entanto, também podem acontecer quando se anda de bicicleta ou se está em cima de um objeto alto, como uma cadeira ou escadinha.

Os primeiros socorros para quedas incluem: acalmar a vítima e observar a presença de fraturas ou sangramentos; parar sangramentos, caso seja necessário, aplicando pressão no local com um pano limpo ou gaze; lavar e aplicar gelo sobre a região afetada.

7 – Asfixia

A asfixia normalmente é provocada por engasgamento que pode acontecer, mais frequentemente, ao comer ou ao engolir objetos pequenos, como tampa de uma caneta, brinquedos ou moedas, por exemplo. Os primeiros socorros neste caso são: bater cinco vezes no meio das costas da vítima, mantendo a mão aberta e num movimento rápido de baixo para cima; fazer a manobra de Heimlich, caso a pessoa continue engasgada. Para isso, deve-se segurar a vítima por trás, passar os braços à volta do tronco e fazer pressão com um punho cerrado sobre a boca do estômago; chamar ajuda médica, ligando para o 192, caso a pessoa continue engasgada após a manobra.

8 – Mordidas

As mordidas ou picadas podem ser provocadas por vários tipos de animal, como cão, abelha, cobra, aranha ou formiga e, por isso, o tratamento pode variar. No entanto, os primeiros socorros para mordidas são: chamar ajuda médica, ligando para o 192;

Deitar a vítima e manter a região afetada abaixo do nível do coração; lavar a região da mordida com água e sabão; evitar fazer torniquete, sugar o veneno ou espremer o local da mordida.

Dicas para manter a segurança de crianças em casa

Crianças são curiosas por natureza e muitas vezes não têm noção de perigo. Para evitar acidentes domésticos é preciso muita atenção. Segundo dados da ONG Criança Segura Safe Kids Brasil, cerca de 90% dos acidentes ou lesões não intencionais com crianças de até 14 anos poderiam ser evitados com prevenção ou alterações no ambiente. Por isso, pais e responsáveis precisam estar atentos e adaptar a casa e a rotina da família aos cuidados com a segurança dos pequenos.

Veja os cômodos que requerem mais atenção e como mantê-los mais seguros para as crianças:

·         Banheiro: quando a criança é pequena, o peso da cabeça é proporcionalmente maior do que o corpo, o que pode influenciar no equilíbrio. O ideal é que elas não fiquem nunca sozinhas. Nunca deixe a criança sozinha na banheira ou debruçada no vaso. Ela pode cair e não conseguir sair devido ao peso da cabeça. Cerca de 10 segundos são suficientes para que a criança fique submersa e em dois minutos ela pode perder a consciência. Para prevenir esse tipo de acidente são indicados lacres de privada e tapetes antiderrapantes no fundo da banheira;

·         Cozinha: a cozinha é um dos ambientes mais perigosos para crianças que já caminham. Se elas eventualmente tiverem acesso ao ambiente, certifique-se de que panelas e utensílios com ponta ou fio, como facas e tesouras, sejam mantidos fora do alcance. Os sacos plásticos também podem oferecer risco de morte por sufocação. As soluções indicadas são: utilizar as bocas de trás do fogão ao cozinhar e certificar-se de que os cabos das panelas estejam virados para dentro, para não serem alcançados; e usar puxa-sacos, para que os sacos plásticos de supermercado sejam mantidos fora do alcance das crianças;

·         Salas e áreas comuns: as toalhas compridas na mesa de jantar estão proibidas. Elas são mais um risco, principalmente, para crianças que ainda se apoiam em tudo para se equilibrar. Ao puxar a toalha elas podem derrubar tudo o que houver em cima dela, como líquidos e alimentos quentes, copos de vidros, talheres e louças, que podem causar ferimentos graves”. Além disso, vãos em sacadas e escadas podem representar risco de vida e precisam ser isolados. Segundo os dados da ONG, cerca de 40 crianças morrem por queda de janela por ano no Brasil. Prefira toalhas curtas ou jogos americanos; coloque antiderrapante nos tapetes ou retire-os os temporariamente; use portões de segurança no topo e na base das escadas e, caso a escada seja aberta, instale redes ao longo dela; instale também grades ou redes de proteção em janelas, sacadas e mezaninos; substitua fios elétricos desencapados e proteja tomadas com tampas apropriadas ou, simplesmente, esconda-as, posicionando móveis de forma que a criança não tenha acesso; prefira cortinas ou persianas com panos grossos e pesados, que são mais difíceis para a criança manusear, e sem cordas, que causam risco de estrangulamento; e evite posicionar camas e qualquer outro móvel perto da janela, pois eles podem ser usados para escalar;

·         Lavanderia ou área de serviço: esse espaço da casa está entre os que exigem mais atenção. Para crianças pequenas, baldes com apenas 2,5 cm de água já podem trazer riscos de afogamento. Produtos de limpeza, por serem coloridos, acabam atraindo os pequenos e são confundidos com sucos ou refrigerantes. A dica é manter os baldes sempre vazios e guardá-los virados para baixo e longe do alcance das crianças; ter um armário fechado onde os produtos de limpeza devem ser guardados em lugares altos ou trancados, além de mantê-los em seus recipientes originais para não confundir as crianças.

Será que devo trocar meu carro usado?

Claro que não existe uma regra sobre o momento ideal para trocar de carro, mas existem alguns parâmetros que podem ajudar nessa tomada de decisão. Caso esteja pensando em trocar de carro e tenha dúvidas se esse é o momento ideal, confira nossas cinco dicas para fazer um bom negócio!

 

  • Avalie a depreciação do veículo: assim que saem da concessionária, os veículos já estão desvalorizando. Logo no primeiro ano de uso, estima-se que essa desvalorização já chegue a 15%. Portanto, analise como o seu carro está sendo avaliado e veja se o momento é propício para uma possível troca. Caso o veículo seja muito novo, a dica é permanecer com ele por mais um tempo. É importante observar quanto você pagou e o valor que receberia em uma negociação nesse momento: quanto menor for a perda, melhor! Cuidado também com o excesso de modificações no carro. Muitas podem agregar, mas algumas acabam desvalorizando o veículo;

 

  • Fique atento à quilometragem: nesse caso, depende muito da forma como você usa o carro. Caso rode mais de 10 mil Km por mês, a orientação é esperar pelo menos três anos antes de trocar de veículo. Caso rode menos do que essa média, o tempo de troca pode ser ainda maior, pois o carro estará em boas condições por mais tempo. A orientação geral é que a troca aconteça sempre que o carro atingir 100 mil Km rodados, índice que reflete já alguns problemas por excesso de uso e pode provocar gastos extras com manutenção;

 

  • Verifique os impostos: Na hora de trocar de carro, veja se o novo valor do IPVA (Imposto por Veículo Automotor) está dentro das suas possibilidades. Também verifique as mudanças no valor do seguro para o novo modelo desejado, já que o modelo e ano do carro impactam muito no valor do serviço;

 

  • Avalie seu cuidado com manutenção: caso seja um motorista prudente e atento às revisões e às necessidades de manutenção do seu carro, é provável que ele tenha um tempo de vida útil maior, então avalie qual o real estado do seu carro e se o momento econômico é bom para uma possível troca. Além disso, ao cuidar bem do seu carro, você garante um melhor preço de venda quando o momento chegar, pois o bom estado de conservação é um dos itens mais valorizados no momento da negociação;

E aí, nossas dicas te ajudaram a tomar sua decisão? Conte pra gente nos comentários!

Cinco pontos que merecem atenção para evitar acidentes das estradas

O crescimento da frota de veículos, a imprudência dos motoristas e a falta de educação no trânsito aumentam o risco de acidentes nas estradas. Para evitar que essas estatísticas continuem a crescer, queremos alertar para a importância de tomar ações preventivas ao circular nas rodovias e estradas do País.

Confira abaixo nossas cinco orientações para evitar acidentes:

  1. Verifique as condições do veículo: antes de viajar verifique as condições do veículo no que se refere a equipamentos de segurança (extintor, triângulo, cintos de segurança), freios (nível de óleo, pastilhas, lonas, regulagem, nível do fluido, possíveis vazamentos e freio de mão), sistema elétrico (faróis, lanternas, setas, luz de freio, luz de ré, luzes de emergência e buzina), pneus (estepe, alinhamento da direção, balanceamento das rodas, amortecedores), motor (nível de óleo do motor, correias, mangueiras, ruídos anormais, regulagem, velas e cabos), limpadores de para-brisa (borracha em bom estado), retrovisores externos e internos, radiador (nível da água com o carro desligado). Atenção: caso detecte um problema mecânico mais sério, recorra a uma oficina mecânica especializada e solucione o problema antes de pegar a estrada;

 

  1. Atenção redobrada na ultrapassagem: a ultrapassagem deve ser feita apenas em locais permitidos (verifique a sinalização da pista) e de forma rápida e segura. Tenha certeza de que há espaço suficiente para a manobra e só retorne à pista após localizar o veículo ultrapassado pelo retrovisor. Sempre sinalize com antecedência sua intenção de ultrapassar, e ultrapasse sempre pela esquerda. Jamais ultrapasse pelo acostamento das estradas, sobre pontes ou viadutos. Em caso de chuvas, redobre a atenção, pois o veículo da frente provoca uma cortina d’água que dificulta a visibilidade;

 

 

  1. Neblina exige cuidado redobrado: em caso de neblina, reduza a velocidade, e mesmo durante o dia mantenha os faróis baixos acesos. Mantenha uma distância segura do veículo à frente, abra um pouco os vidros para evitar que embace, nunca trafegue pelo acostamento, evite realizar ultrapassagens e não pare na pista. Caso ache necessário, procure um local seguro para estacionar, acenda os faróis e utilize os equipamentos de segurança, como pisca-alerta e triângulo;

 

  1. Chuvas aumentam os riscos: em caso de chuva o risco de acidentes aumenta consideravelmente, por isso, siga esses passos básicos: reduza a velocidade, aumente a distância dos veículos à frente, acenda os faróis baixos, acione o limpador de para-brisas e o desembaçador, mantenha as janelas com abertura suficiente para a circulação de ar. Na chuva os pneus podem perder o contato com o asfalto, a chamada aquaplanagem, e perder a direção. Nessa situação o mais seguro a se fazer é manter a marcha engrenada e diminuir a aceleração, sem frear. Também é indicado acender os faróis, girar suavemente a direção para a esquerda e para a direita até conseguir o controle do veículo novamente;

 

  1. Acidentes na pista: ao deparar com acidente mantenha a calma. Caso seja possível, sinalize o local a uma distância de, pelo menos, 200 m, para evitar novos acidentes. Caso verifique que há feridos, chame o Corpo de Bombeiros (190). Procure manter a vítima calma e informe-a que o socorro está a caminho. Nunca execute primeiros socorros se você não for treinado, isso pode agravar a situação da vítima.

 

Estes são alguns cuidados básicos e simples, que devem ser considerados para reduzir o número de acidentes e tragédias nas estradas.

DEKRA Automobil Test Center

Imagens surpreendentes do DEKRA Safety Day no DEKRA Automobil Test Center (DATC) em Klettwitz com testes de colisão emocionantes, palestras e corridas de demonstração.

 

Invisível

A estrada está cheia de pessoas cujas vidas estão em risco no segundo que você tira os olhos da estrada para olhar para o seu telefone. Se você nunca usa seu telefone quando tem mais gente com você no carro, você não deve usar também quando estiver sozinho.

Nenhum ligação vale mais que uma vida

Não há maneira segura de usar um telefone celular enquanto estiver dirigindo – até mesmo no viva voz. Pesquisas mostram que o cérebro continua distraído por até 27 segundos após uma ligação, mudando uma música no rádio ou enviando um texto usando comandos de voz. Quase todo mundo já viu um motorista distraído com um telefone celular.

Mulher revela como ela ficou depois de usar o celular dirigindo

Nesse vídeo, alguns jovens são questionados se utilizam o celular para falar, digitar mensagem ou olhar redes sociais, enquanto dirigem. Então, depois de todos responderem uma mulher que sofreu um acidente grave usando celular e dirigindo, entra na sala e conta sua história comovente.

Sabe quais são os riscos envolvidos com a distração ao volante?

Conversar com passageiro: 1,4 vezes

Ajustar o rádio: 1,9 vezes

Falar ao telefone: 2,2 vezes

Ajustar a temperatura: 2,3 vezes

Comer e beber: 3,6 vezes

Cansaço: 3,4 vezes

Usar sistemas de navegação baseados em voz: 4,6 vezes

Olhar para objeto externo: 7,1 vezes

Tentar alcançar objetos: 9,1 vezes

Estado de raiva, tristeza ou agitação: 9,8 vezes

Ler ou escrever: 9,9 vezes

Discar no telefone celular: 12,2 vezes

 

Fonte: Pnas | Lytx 2014