Cidade alemã põe semáforo no chão para quem usa celular enquanto anda

Reprodução Semáforo no chão avisa transeuntes que usam smartphones enquanto andam em Augsburgo, na Alemanha A cidade de Augsburgo, na Alemanha, lançou na semana passada um semáforo pensado especialmente para os transeuntes que costumam utilizar o smartphone enquanto andam pelas ruas. As luzes LED foram instaladas no chão, e piscam em vermelho para indicar a hora do pedestre parar de andar antes de atravessar a via. No projeto-piloto, cada um dos dois lados da rua ganhou faixas de luzes para alertar os “smombies”, gíria recente que mistura as palavras “smartphone” e “zombie” (zumbi) para designar quem caminha usando o celular sem prestar a devida atenção ao percurso, por estar com o olhar voltado para baixo. “Nós temos as lâmpadas adicionais instaladas em duas travessias frequentadas pelo público-alvo relevante”, disse a porta-voz da cidade, Stephanie Lermen, ao portal alemão “N-TV”. Este público-alvo seria formado por jovens e turistas. No local, muitos alunos vão para a universidade pegando transporte público. Um recente estudo da DEKRA, consultoria alemã especializada em segurança do trânsito, do trabalho e do lar, entrevistou 14 mil pedestres em Amsterdã, Berlim, Bruxelas, Paris, Roma e Estocolmo, e descobriu que 17% das pessoas utilizaram o smartphone durante a caminhada. Na faixa etária dos 25 aos 35 anos, quase um quarto deles mostrou esse comportamento. Iniciativas vêm surgindo em outros países para prevenir acidentes entre esse perfil de usuários, segundo o jornal britânico “The Guardian”. Em Munique, uma menina de 15 anos de idade morreu em março em um acidente com bonde por estar usando fones de ouvido. Depois da tragédia, avenidas mais perigosas foram equipadas com balizas especiais que enviam avisos aos smartphones instalados com um aplicativo feito para esse fim, o Watch Out!. Nos EUA, cidades como Portland, Seattle e Cleveland estão testando “ônibus falantes” que emitem alertas sonoros aos pedestres durante o trajeto. Já a cidade de Rexburg, Idaho, impôs multas de US$ 101 para quem escrever mensagens de texto enquanto atravessa uma faixa de pedestres.

 

Publicado originalmente em 29/04/2016.

 

DEKRA explica: o que muda para o mercado com a aprovação do seguro popular? Empresa líder em soluções

Desde o dia 1º desde mês está em vigor a norma da Superintendência de Seguros Privados (Susep) que regula o Seguro Popular. O Brasil possui hoje apenas 30% de sua frota segurada, e o fator financeiro pode ser um dos motivos. Por isso a atenção a essa nova modalidade de seguro que promete preços até 30% mais baixos.
O seguro popular tem como principal característica a utilização de peças usadas, provenientes de empresas de desmontagem para reparo dos veículos, o que acaba tornando o preço mais atrativo. Isso só foi possível graças à Lei 12.977, de maio de 2014, que regulamentou os desmontes de veículos em todo o País.
“O seguro passa a ser mais abrangente, pois espera-se uma redução no valor das apólices e com isso mais veículos e consumidores estariam contemplados pela cobertura”, explica Mario Cassio Mauricio, responsável pelas operações no Brasil do Grupo DEKRA, líder global em inspeção veicular que atua com serviços de segurança para todo ciclo de vida do veículo e líder em serviços de vistoria automotiva no Brasil.
“Com relação ao roubo e furto de veículos, entendemos que ações como a lei do desmanche atacam a ponta receptadora. Se não tem quem compra não tem para quem vender o produto do roubo e furto e com isso o peso da cobertura para esse tipo de seguro fica menor”, afirma Mauricio.
“É um grande primeiro passo dentro de outros possíveis, como a marcação de peças nos veículos em circulação. Esse tipo de medida já foi adotada em diversos países e contribuiu para a redução dos índices de roubo e furto. O importante é agir de forma organizada e fiscalizar efetivamente o cumprimento das leis para que se atinja o resultado esperado”.
Preços mais baixos, mais carros segurados
Estima-se que o preço do novo seguro deve ser 30% menor do que os seguros tradicionais e a economia se deve ao uso das peças usadas. Para entender a necessidade dessa redução de preço, sobretudo para carros com mais de 5 anos, basta observar que enquanto um seguro para um carro novo custa em torno de 5% a 6% do valor do automóvel, para um veículo com cinco anos de uso pode chegar a 15%. Isso se reflete no perfil dos carros segurados no Brasil sendo que somente 27% da frota segurada é segurada.
“Deve haver a definição final do processo de precificação, contratação e gestão destes seguros com relação a sinistros, e estaremos apoiando nossos clientes dentro de nossas áreas de especialização visando o sucesso deste processo”, explica o executivo.
Oportunidades de Mercado para a DEKRA
“A principal oportunidade é a expansão do mercado segurador. A DEKRA hoje apoia o mercado em vistorias prévias, regulação de sinistros e vistorias de transferências com atuação em todos os estados do País e cobrindo mais de 4.800 municípios. Queremos continuar contribuindo para apoiar o mercado selecionando e mitigando riscos para que todos os negócios sejam feitos com maior segurança”, explica o executivo.
“Como exemplo podemos citar que hoje para cada real investido pelos nossos clientes do mercado segurador em vistorias prévias devolvemos em média R$ 135,00 em seleção de riscos e buscaremos sempre manter e aprimorar este indicador e nosso compromisso com nosso clientes”, finaliza Mauricio.

 

Publicado originalmente em 28/04/2016.

 

A geração cabeça baixa e o risco de ignorar o mundo ao redor

Estudo aponta que um sexto dos pedestres se distrai com o próprio smartphone ao caminhar pelas ruas, digitando, telefonando ou ouvindo música. Falta de atenção está relacionada a grande parte das mortes no trânsito.
Checar os e-mails, postar uma foto no Facebook, mandar uma mensagem no Whatsapp – e tudo isso enquanto caminha. A chamada “geração cabeça baixa” é um perigo não apenas no volante, mas também a pé. Um em cada seis pedestres se distrai com o celular ao caminhar na rua, de acordo com um estudo da Associação Alemã de Vigilância Automobilística (DEKRA), divulgado neste mês.
Após a observação de quase 14 mil pedestres em seis cidades europeias – Berlim, Amsterdã, Paris, Bruxelas, Roma e Estocolmo –, a pesquisa apontou que 17% deles focaram mais no próprio smartphone do que no trânsito. A maioria digitou, telefonou ou fez os dois ao mesmo tempo. Outros caminharam pelas ruas com fones de ouvido sem falar, indicando que estavam ouvindo música.
“Telefonar, ouvir música, usar aplicativos ou digitar mensagens de texto causam distrações arriscadas no trânsito”, alerta Clemens Klinke, membro do conselho executivo da DEKRA. “Muitos pedestres parecem subestimar os perigos aos quais se submetem.”
O problema da “geração cabeça baixa” não se restringe à Europa, mas parece ser um fenômeno global. Nos Estados Unidos, uma universidade chegou a construir uma text lane, ou seja, uma pista por onde estudantes devem caminhar enquanto digitam em seus smartphones. Também há iniciativas do tipo na China e em Antuérpia, na Bélgica.
Nas cidades europeias analisadas pela DEKRA, as distrações foram verificadas em cruzamentos movimentados, em faixas de pedestres, em paradas do transporte público ou estações de trem – locais onde a concentração de pedestres é maior.
Jovens se arriscam mais
Como era de se esperar, a tendência observada é de que os mais jovens utilizem mais um smartphone do que os mais velhos. No entanto, o uso mais intensivo dos dispositivos foi verificado em pessoas entre 25 e 35 anos de idade. E enquanto as mulheres se distraíram mais digitando no celular, no caso dos homens, ouvir música ocorreu com mais frequência.
Entre as cidades observadas, Amsterdã foi onde menos pedestres usaram o celular ao caminhar pela rua (8,2%), enquanto Estocolmo ficou em primeiro lugar, com 23,55% dos pedestres distraídos com o celular.
“Uma cena em Estocolmo foi particularmente impressionante: uma menina ficou parada no meio da rua, pegou seu celular e começou a digitar. Somente quando um motorista de ônibus buzinou, ela percebeu onde estava e continuou andando”, relata Klinke.
Outros exemplos citados são os de grupos de jovens que olhavam juntos para um smartphone no meio da rua ou uma mulher que, ao atravessar a rua empurrando um carrinho de bebê, digitava no celular sem atentar para o semáforo.
E a distração provocada pelos smartphones é particularmente alarmante quando analisadas as estatísticas. De todos os mortos no trânsito na União Europeia (UE), 22% são pedestres, segundo a DEKRA. Na Alemanha, uma em cada dez mortes nas ruas é provocada por má conduta dos pedestres – o que em metade dos casos significa não prestar atenção no trânsito.
LPF/dpa/ots

 

Publicado originalmente em 11/04/2016.

Grupo DEKRA tem nova estratégia de comunicação para o Brasil

Trama Comunicação agora é a agência de Relações Públicas da empresa no país.

 

O Grupo DEKRA, líder global em inspeção veicular que atua com serviços de segurança para todo ciclo de vida do veículo, é o mais novo cliente da Trama Comunicação. A agência será responsável pela estratégia de comunicação, relações públicas e marketing de conteúdo da marca no Brasil, incluindo ações integradas de engajamento com stakeholders, mídias digitais sociais e o relacionamento com a mídia e formadores de opinião.

No Brasil, a DEKRA avalia anualmente 60 bilhões em riscos por meio de vistorias, inspeções, regulação, consultoria, homologações e histórico veicular. A empresa é uma fonte relevante para fornecer dados e informações sobre segurança veicular no Brasil e no mundo. “Nos últimos anos, o grupo DEKRA diversificou seu portfólio, e hoje oferece vasta gama de serviços para players de todo ciclo de vida do setor automotivo: seguradoras, financeiras, corretores, despachantes, montadoras, locadoras, centros automotivos, lojistas e concessionárias”. Por meio dessa rede, a empresa atende indiretamente um público de 2,6 milhões de pessoas no País.

A DEKRA deve abastecer o mercado com informações relevantes sobre o tema da segurança veicular por meio de conteúdo próprio, disseminado nas redes digitais sociais, em e-books e por meio do desenvolvimento e apoio de campanhas voltadas a conscientização da importância da segurança veicular junto ao consumidor. Além disso, a empresa, de origem alemã, fortalecerá seu relacionamento com a mídia e formadores de opinião no Brasil.

Na Trama Comunicação, agência com mais de 20 anos de experiência, o atendimento ficará por conta de Camila Sanches, com gerenciamento de Lizandra Cardelino, e direção de Leila Gasparindo.

Sobre o Grupo DEKRA
O grupo DEKRA atua em serviços de segurança para todo ciclo de vida do veículo, sendo líder mundial em inspeção técnica veicular e líder na Europa em teste de segurança de veículos automotores. Com sede em Stuttgart, Alemanha, atingiu faturamento de 2,5 bilhões de euros em 2015, empregando mais de 35 mil colaboradores, presentes em 50 países.

No Brasil desde 1995, a empresa avalia R$ 60 bilhões em riscos anualmente. Possui operações em todos os estados brasileiros e uma rede de cobertura em mais de 4800 municípios, além de atender toda cadeia do setor automotivo, como seguradoras, financeiras, corretores, montadoras, locadoras, centros automotivos, concessionárias entre outros.

Fundado em 1925, em Berlim-Alemanha, o Grupo Dekra hoje opera três unidades de negócios (DEKRA Automotivo, DEKRA Industrial e DEKRA Personal) contando com mais de 180 empresas especializadas em serviços como inspeções de segurança veicular, testes industriais, formação de pessoas, trabalho temporário, certificações, serviços ambientais, testes de material e consultoria.
Mais informações em https://www.dekra.com.br

 

Publicado originalmente em 08/04/2016.

Veja algumas dicas para não errar na compra de um seminovo

Por mais que se tome cuidado, comprar um carro usado sempre envolve riscos. E com o preço do zero-quilômetro subindo com frequência, o mercado de seminovos anda bem aquecido. Mas a compra de um usado é um pouco mais complicada por que requer muita atenção do futuro proprietário com as condições do veículo, quilometragem, garantia de fabrica e se o carro é de procedência. Antes de sair para a compra, o primeiro passo a ser feito é pesquisar preços. Se for avaliar um veículo é bom levar um mecânico de confiança ou alguém que saiba avaliar um carro e, se possível, fazer um test-drive para conhecer o possante melhor e não correr o risco de levar para casa o carango errado e se arrepender do negócio.
Os instrumentos são muitos. Hoje é possível pesquisar detalhes de um carro em sites de revendedoras pela internet. “Procure uma loja de boa reputação no mercado para ter segurança que o carro tem procedência. Leve um mecânico de confiança para que ele analise o carro e detecte se ele já foi batido ou se tem problemas difíceis de um leigo detectar”, aconselha o gerente da área de seminovos da America Ford, Eduardo Oliveira.
Carro com quilometragem baixa é bom porque indica que a hora de trocar peças importantes está longe. Mas não se impressione com os números do painel. Se o vendedor estiver mal intencionado ele pode facilmente adulterar o hodômetro, reduzindo a quilometragem, para dar a impressão do carro parecer ser mais novo do que realmente é. Há um outro meio para você não cair no golpe da adulteração do hodômetro: verificar o manual do proprietário. Lá constam todas as informações da revisão com datas e quilometragem.
Você está perto de fechar negócio e já olhou tudo no carro e não viu grandes problemas. Mas antes de bater o martelo não deixe de fazer uma consulta do veículo no site do Departamento Nacional de Trânsito (DETRAN), da Secretaria da Fazenda e da prefeitura da cidade no qual o automóvel está registrado para assegurar que não há débitos não quitados para o veículo, como licenciamento, IPVA, DPVAT (seguro obrigatório) e, principalmente, multas. Solicite também ao lojista o laudo da DEKRA, que certifica o futuro proprietário de importantes informações. O laudo verifica se o carro já foi roubado, furtado, ou teve o chassi adulterado, motor trocado e até mesmo se ele foi salvo de alguma seguradora após uma colisão.
Você pode comprar um seminovo a um particular ou numa loja. A vantagem de fazer negócio num estabelecimento é que você recebe garantia de alguns componentes e o lojista sério tem o nome do estabelecimento a zelar e não vai se “queimar” vendendo qualquer produto. “Uma vantagem é que temos uma equipe especializada para agilizar toda a parte burocrática que o comprador precisa enfrentar e num particular é cada um por si”, completa Luiz Sabino Pinho, sócio da Imbiribeira Veículos, tradicional revenda de seminovos do Recife.
Após comprar um veículo, é necessário fazer a comunicação de venda ao Detran e a transferência em um prazo de até 30 dias. Caso o licenciamento não esteja pago ou existam outros débitos pendentes, é preciso quitar tudo para efetuar a transferência.

 

Publicado originalmente em 13/03/2016.

Uma boa isca

A Coluna Alta Roda nº 877 foi escrita por Fernando Calmon, jornalista especializado e colunista do Portal Oficina News
Fevereiro de ano bissexto deu embalo extra para lançamentos. Depois da picape média Toro, chegaram o Toyota SW4 (modelo de marca generalista de maior valor produzido no Mercosul) e a linha Gol/Voyage 2017. A Volkswagen mostrou a segunda revitalização da quinta geração do hatch, que liderou o mercado por nada menos de 27 anos seguidos, além de ser o mais produzido (supera 7,8 milhões de unidades desde 1980) e exportado (mais 1,3 milhão para 60 países).
A empresa alemã resolveu aplicar o velho ditado: “Isca tem que ser boa para o peixe, não para o pescador”. Extirpou a assinatura “Das auto” (O carro, em alemão). Adotou política de preços sem “apanhar” dos adversários. Acrescentou itens de série e ainda diminuiu o preço médio sugerido do Gol em 2,5% e do Voyage, 5,7% (parte traseira sem mudanças). Versão de topo Highline incluiu frisos cromados frontais que agradam a boa parte do mercado (não a este colunista, avesso a artificialismos, penduricalhos e adepto da escola “forma e função”).
Há três ofertas de acabamento. Gol vai de R$ 34.890 a R$ 55.290 e Voyage, de R$ 40.990 a R$ 58.590.
O Gol mudou relativamente pouco na frente e na traseira, pois a sexta geração começa a partir do final de 2018 – quatro produtos novos; outros três serão Voyage, Saveiro e o primeiro SUV compacto da marca. Os distraídos podem pouco perceber a linha 2017. Mas o painel é completamente novo de ponta a ponta, tem o volante multifuncional do Golf e quadro de instrumentos cerca de um terço maior para melhor visibilidade e novas funções.
Conectividade e infotretenimento passaram a ponto de honra para a Volkswagen. Há quatro opções inclusive de tela tátil e capacitiva (zoom com os dedos) de até 6,33 pol. Para muitos que apreciam aplicativos de roteirização de trânsito em tempo real, criou um suporte para celular bem robusto (opcional livre) que contém entrada USB para recarregamento com fio curto.
Outro ponto forte é o motor de 1 litro, 3-cilindros o mesmo do up! MPI e que já estava no Fox desde o Bluemotion. São 82 cv com etanol (6 cv a mais que o de quatro cilindros que sai de linha, mas continua na versão de 1,6 L/104 cv) e ganho de eficiência energética de 11% em mJ/km. Apesar de ser maior e mais pesado que o up!, Gol e Voyage nitidamente têm desempenho melhor que os modelos 2016, tanto em aceleração quanto em retomadas na mesma marcha. Como em todo motor tricilíndrico percebem-se mais ruídos e vibrações, mas o que entrega de volta em desempenho e consumo vale a pena.
Quanto ao SUV médio-grande SW4, produzido na Argentina, a Toyota desvinculou o nome Hilux não apenas por opção de marketing. A carroceria é toda nova, juntamente com o painel (quadro de instrumentos, igual), o acabamento interno e mais equipamentos de série. Suspensão traseira tem molas helicoidais e dois braços de fixação de cada lado (na Hilux, molas semielípticas), o que melhora a dirigibilidade no asfalto e na terra, apesar de peso em ordem de marcha de até 2.130 kg. Freios são a disco ventilados nas quatro rodas (na picape de cabine dupla, tambores atrás).
Preços: R$ 205.000 (V-6 gasolina) a R$ 225.000 (L-4, diesel, 7-lugares). Logo chegará o L-4 flex a preço menor.

RODA VIVA
DESDE o lançamento, em 2012, Peugeot afirma que o 301 feito na Espanha (sedã compacto encorpado e despojado concorrente do Logan em mercados emergentes) não se destinava ao Mercosul. Rumores na Argentina indicam que o grupo francês estuda vender lá o 301 (3-cilindros, 1,2 L). Não incluiria o Brasil, mas com os novos ares da PSA, quem sabe?
PARTICIPAÇÃO de motores de 1 litro nas vendas de automóveis caiu ligeiramente de 34% (dezembro) para 33,7% (janeiro). Com a tendência de substituição de motores de quatro cilindros de baixa cilindrada por três cilindros, mais cedo ou mais tarde esse quadro mudará. GM, Honda e Fiat já têm projetos adiantados, além de Renault que usará motores Nissan.
ACCORD 2016 recebeu pequenas atualizações e se tornou mais competitivo em preço (R$ 156.500, versão única). Manteve motor V-6/280 cv que agrada pela sonoridade e desempenho. Também melhorou o acerto de suspensões mesmo em pisos irregulares. Ótima câmera no retrovisor direito (além da traseira) que reproduz imagens na segunda tela central.
AUDI E BMW, nos bastidores, riram baixinho quanto à chegada da arquirrival Mercedes-Benz ao mercado de picapes de cabine dupla em 2018 em parceria com a aliança Renault-Nissan. Puristas, de fato, não vão gostar, mas o tempo dirá quem está certo. Sem emitir juízo de valor, há de se considerar que a M-B produz caminhões há décadas. Então não seria um despropósito.
PROCEDÊNCIA, histórico e avaliação física completa de veículos usados reprovaram 16% dos avaliados em 2015 pela DEKRA. Resultados altos para padrões internacionais de vistoria em carros particulares, de lojistas e de concessionárias. 68% foram irregularidades em pintura, identificação e estrutura do automóvel, inclusive chassi danificado. Preço desta inspeção é de R$ 120.

 

Publicado originalmente em 26/02/2016.

Com novo Gol, VW tenta fazer isca boa para o peixe, não o pescador

Fevereiro de ano bissexto deu embalo extra para lançamentos.

 

Depois da picape compacta-média Fiat Toro chegaram a nova geração do Toyota SW4 (modelo de marca generalista de maior valor produzido no Mercosul) e a linha Gol/Voyage 2017. A Volkswagen mostrou a segunda revitalização da quinta geração do hatch, que liderou o mercado por 27 anos seguidos, além de ser o veículo mais produzido — supera 7,8 milhões de unidades desde 1980 — e exportado do Brasil –mais de 1,3 milhão para 60 países.
A empresa alemã resolveu aplicar o velho ditado: “Isca tem que ser boa para o peixe, não para o pescador”. Extirpou a assinatura Das auto (“O carro”, em alemão); adotou política de preços sem apanhar dos adversários; acrescentou itens de série e ainda diminuiu o preço médio sugerido do Gol em 2,5% e do Voyage, em 5,7%. Versão de topo Highline incluiu frisos cromados frontais que agradam a boa parte do mercado (não a este colunista, avesso a artificialismos, penduricalhos e adepto da escola “forma e função”).
Há três ofertas de acabamento. Gol vai de R$ 34.890 a R$ 55.290 e Voyage, de R$ 40.990 a R$ 58.590.

O Gol mudou relativamente pouco na frente e na traseira, pois a sexta geração começa a partir do final de 2018 – quatro produtos novos; outros três serão Voyage, Saveiro e o primeiro SUV compacto da marca. Os distraídos podem pouco perceber a linha 2017, mas o painel é completamente novo de ponta a ponta, tem volante multifuncional do Golf, quadro de instrumentos cerca de um terço maior, para melhor visibilidade, e novas funções.
Conectividade e entretenimento passaram a ponto de honra para a Volkswagen. Há quatro opções, inclusive tela tátil e capacitiva (zoom com os dedos) de até 6,5 polegadas. Para muitos que apreciam aplicativos de roteirização de trânsito em tempo real, criou um suporte para celular bem robusto (opcional livre), que contém entrada USB para recarregamento com fio curto.
Outro ponto forte é o motor 1.0 3-cilindros, o mesmo do up! MPI e que já estava no Fox desde o Bluemotion. São 82 cv com etanol (6 cv a mais que o aposentado 4-cilindros e ganho de eficiência energética de 11%). Porém, o velho 1.6 de 8V e 104 cv continua nas versões de topo. Apesar de ser maior e mais pesado que o up!, Gol e Voyage 1.0 nitidamente têm desempenho melhor que os modelos 2016, tanto em aceleração quanto em retomadas na mesma marcha. Ruídos e vibrações aumentaram, Como em todo motor tricilíndrico, mas o retorno em desempenho e consumo vale a pena.
Quanto ao SUV grande SW4, produzido na Argentina, a Toyota desvinculou o nome Hilux não apenas por opção de marketing. A carroceria é toda nova, juntamente com o painel (quadro de instrumentos, igual), o acabamento interno e mais equipamentos de série. Suspensão traseira tem molas helicoidais e dois braços de fixação de cada lado (na Hilux, molas semielípticas), o que melhora a dirigibilidade no asfalto e na terra, apesar de peso em ordem de marcha de até 2.130 kg. Freios são a disco ventilados nas quatro rodas (na picape de cabine dupla, as rodas traseiras ainda usam tambores).
Preços: R$ 205.000 (V6 a gasolina) a R$ 225.000 (2.7 turbodiesel). Logo chegará ao mercado o 4-cilindros flex a preço menor.

+Desde o lançamento, em 2012, Peugeot afirma que o 301 feito na Espanha (sedã compacto encorpado e despojado concorrente do Logan em mercados emergentes) não se destinava ao Mercosul. Rumores na Argentina indicam que o grupo francês estuda vender lá o 301 (com motor 1.2 3-cilindros). Não incluiria o Brasil, mas com os novos ares da PSA, quem sabe?
+Participação de motores de 1 litro nas vendas de automóveis caiu ligeiramente de 34% (dezembro) para 33,7% (janeiro). Com a tendência de substituição de motores de quatro cilindros de baixa cilindrada por três cilindros, mais cedo ou mais tarde esse quadro mudará. GM, Honda e Fiat já têm projetos adiantados, além de Renault, que usará motores Nissan.
+Honda Accord 2016 recebeu pequenas atualizações e se tornou mais competitivo em preço (R$ 156.500, versão única). Manteve o V6 de 280 cv que agrada pela sonoridade e desempenho. Também melhorou o acerto de suspensões, mesmo em pisos irregulares. Ótima câmera no retrovisor direito (além da traseira) reproduz imagens na segunda tela central.
+Audi e BMW, nos bastidores, riram baixinho quanto à chegada da arquirrival Mercedes-Benz ao mercado de picapes de cabine dupla em 2018, em parceria com a aliança Renault-Nissan. Puristas, de fato, não vão gostar, mas o tempo dirá quem está certo. Sem emitir juízo de valor, há de se considerar que a MB produz caminhões há décadas. Então não seria um despropósito.
+Procedência, histórico e avaliação física completa de veículos usados reprovaram 16% dos avaliados em 2015 pela DEKRA. Resultados altos para padrões internacionais de vistoria em carros particulares, de lojistas e de concessionárias. 68% foram irregularidades em pintura, identificação e estrutura do automóvel, inclusive chassi danificado. Preço desta inspeção é de R$ 120.

 

Publicado originalmente em 24/02/2016.

Via Vale Garden Shopping inaugura novas marcas e oferece casa de câmbio

Na contramão do cenário de recessão que a região enfrenta, empresas inovadoras vêm conquistando espaço e a preferência do consumidor. Por isso, o Via Vale Garden Shopping aumentou o seu mix de lojas recentemente e oferece novas opções aos seus clientes. No primeiro piso, chegou a Western Union, agência e casa de câmbio com serviços nacionais e internacionais para facilitar a vida de quem busca agilidade. Ainda neste mês, outras duas
marcas chegam ao local, Reis Cell especializada em acessórios para celular e DEKRA com inspeção e vistoria veicular. Há previsão para que a Hope também integre o mall, uma das marcas mais populares de lingerie no país. A vinda dessas novas marcas vai ao encontro da proposta do empreendimento que já oferece outras soluções aos seus clientes como o Walmart, Detran, o petshop – Bicharada Vip, o centro de diagnósticos – Pro Imagem, entre outros serviços ligados a viagens, estética e farmácia. Além dos serviços, marcas exclusivas também estão mais acessíveis ao público como Lelis Blanc, John John e Ri Happy. Segundo Bruna Marcon, Coordenadora de Marketing, essa é
mais uma ação para oferecer um verdadeiro complexo de serviços, entretenimento e lazer aos taubateanos. “O objetivo é sempre o de facilitar a vida de quem utiliza o shopping como um centro de soluções e compras, por isso, estamos empenhados em oferecer marcas diferenciadas”, ressalta.

 

Publicado originalmente em 02/02/2016.

DEKRA conclui aquisição de 100% da Jopema

Dentro do processo de aquisição, os serviços de Regulação de Sinistros realizados pela Jopema, passam a ser referenciados por DEKRA Sinistros e representados na sua totalidade pela DEKRA, sob a responsabilidade de Mário Cassio Maurício, CEO do Grupo no Brasil.
Mário contará com o apoio de Marcelo Romano, que assume a responsabilidade sobre as operações da área de sinistros, e da equipe que vem atuando na empresa para expandir sua atuação nos demais estados com qualidade e profissionalismo.
“As mudanças e os investimentos estão sendo realizados para acelerar e incrementar o projeto de expansão da companhia. Reunimos esforços e, juntos, tomamos as decisões para que todos sejam beneficiados, sobretudo nossos franqueados e clientes, com o crescimento do Grupo DEKRA Brasil”, afirma Macéa. “Acompanharei e participarei ativamente durante o período de transição acordado com a equipe da DEKRA. O objetivo é trabalharmos juntos pelo melhor da empresa”, completa.
Mário Cassio Maurício, CEO do Grupo DEKRA no Brasil, também ressalta a importância de prosseguir com o modelo de sucesso traçado até então. “Neste sentido, a presença do Macéa neste período de transição de marca e passagem da carteira de clientes é fundamental, já que é um dos executivos que mais conhece o mercado de serviços de regulação de sinistros no Brasil. Sob sua liderança, a Jopema consolidou-se no mercado como uma das maiores empresas do segmento”, destaca.
O CEO reforça que, com a união de processos das duas empresas (DEKRA e Jopema), houve a integração das operações e a expansão dos serviços de regulação de sinistros de três para mais nove estados somente em 2015. “Expansão esta que deverá atingir todo o País com apoio da rede franqueada da DEKRA e de nossos clientes”, completa Maurício.
A empresa também planeja expandir seus negócios no Brasil, que tem como meta dobrar suas operações até 2020. O objetivo é aumentar ainda mais a competitividade local, com serviços focados na seleção de riscos para seus clientes nas áreas de seguros, financiamentos, locação, frotas, lojistas e concessionários de veículos e com muita atenção ao público final também.
O projeto está alinhado às estratégias mundiais da DEKRA, fornecedora internacional de serviços para o setor automobilístico. A companhia é líder do segmento na Europa e uma das maiores entre as empresas internacionais. Atualmente, a DEKRA Brasil possui a maior rede de vistoria do País, com mais de 400 postos fixos e 2.500 colaboradores e avalia, em média, R$ 60 bilhões em riscos por ano. Essa capilaridade trará força para a expansão do atendimento do serviço de Regulação de Sinistros em todo o território nacional. A DEKRA está presente nos 27 estados do País, com cobertura de atendimento em mais de 4.800 cidades.
A DEKRA reforça com esta aquisição o compromisso com o País, o mercado, seus parceiros, clientes e colaboradores, visando proporcionar serviços que tragam mais segurança para o mercado.

 

Publicado originalmente em 02/02/2016.

DEKRA reprova 16% de carros usados e evita R$ 165 milhões em prejuízos

Dados do balanço de 2015 acendem alerta a quem compra e vende veículos

 

A vistoria de procedência, que fornece o histórico e avaliação física completa dos veículos, reprovou 16% dos carros avaliados em 2015. Os dados são da DEKRA, maior empresa de inspeção veicular do mundo e líder em vistoria no Brasil. Segundo o balanço anual do serviço DEKRA Garantido, 68% das irregularidades se referem a anormalidades na pintura, na identificação ou na estrutura do automóvel. Também aparecem no ranking de restrições, irregularidades no CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo), com indício de falsificação, além de chassi danificado ou com numeração adulterada.

A análise da empresa inclui vistorias feitas a particulares, lojas e concessionárias, e faz um alerta a quem planeja adquirir um veículo usado. O total de prejuízos evitados a compradores chegou a R$ 165,3 milhões em um ano. A DEKRA avalia que a cada R$ 1 investido em vistorias, são evitados R$ 51,24 em riscos para quem contrata o serviço.

O DEKRA Garantido, ou Vistoria de Procedência, consiste na avaliação de mais de 150 itens do veículo, identificando eventuais alterações nas características originais e comparando com as mais de 40 informações históricas fornecidas pela Checkauto, empresa do Grupo DEKRA Brasil, especializada em histórico online de veículos seminovos e usados.

José Félix, gerente dos serviços de varejo do Grupo DKERA Brasil , reforça que o DEKRA Garantido é considerado o mais completo do mercado, e foi desenvolvido para alertar sobre armadilhas que podem vir com um veículo seminovo ou usado.
Na avaliação de pintura são verificadas as partes móveis do carro, como para-lama, capôs e portas. “São examinadas as camadas da pintura e a existência de massas plásticas. Um carro repintado em mais de 50% é considerado não conforme, pois é um dos indícios de que sofreu acidente de grande impacto”, explica.

Em relação à estrutura, são vistoriadas as partes rígidas do automóvel, como longarina, coluna e teto. “Reparos nessas regiões representam perigo, pois são danos que interferem diretamente na segurança dos ocupantes.”
O executivo reforça que investir nesse serviço é assegurar-se de uma compra confiável e uma negociação justa. “Para os carros aprovados, a DEKRA emite um certificado, com validade de 3 anos, que garante indenização no caso do veículo apresentar roubo ou furto em aberto, anterior à data da certificação. Além disso, pode receber um outro certificado de Garantia Mecânica do Motor, válido por três meses.”

Sobre a DEKRA
Empresa alemã, líder mundial em inspeção técnica veicular e testes em veículos, presente em mais de 50 países – no Brasil possui a maior Rede de atendimento do país – chegando a mais de 4.800 municípios, a DEKRA realiza inspeções, vistorias, regulação de sinistro e consultoria. A DEKRA tem em seu DNA o compromisso com a segurança em tudo o que faz, pois valoriza o bem maior, as pessoas.

 

Publicado originalmente em 12/01/2016.